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quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Sinto vergonha de mim ! - Rui Barbosa

É de uma atualidade impressionante o poema de Rui Barbosa que transcrevemos a seguir.

Poder-se-ia aplicar seu conteúdo  a qualquer de nossos países de origem, já que  poderia ter sido escrito hoje, sem mudar uma palavra...

Mas se ainda há alguém que não saiba quem foi este ilustre vulto das letras e da diplomacia mundiais, por favor CONFIRA NO FINAL DESTE POST um resumo (Wikipedia: "data vênia") de algumas notas da biografia deste homem EXTRAORDINÁRIO . . .

Bom proveito !

Pr. Moura Gonçalves

-----------  x X x ----------- 

-  SINTO  VERGONHA  DE  MIM  !  -

Sinto vergonha de mim
por ter sido educador
de parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.

Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o "eu" feliz a qualquer custo,
buscando a tal "felicidade"
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.

Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos "floreios" para justificar
atos criminosos, a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre "contestar",
voltar atrás
e mudar o futuro.

Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...

Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.

Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro !

"De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto".

sábado, janeiro 30, 2010

- Não Quero Ser Apóstolo ! - Pr. Ricardo Gondim

- Pr. Ricardo Gondim -

Os pastores possuem um fino senso de humor. Muitas vezes, reúnem-se e contam casos folclóricos, descrevem tipos pitorescos e narram suas próprias gafes. Riem de si mesmos e procuram extravasar na gargalhada as tensões que pesam sobre os seus ombros. Ultimamente, fazem-se piadas dos títulos que os líderes estão conferindo a si próprios. É que está havendo uma certa, digamos, volúpia em pastores se promoverem a bispos e apóstolos. Numa reunião, diz a anedota, um perguntou ao outro: Você já é apóstolo?” O outro teria respondido: “Não, e nem quero. Meu desejo agora é ser semideus. Apóstolo está virando arroz de festa, e meu ministério é tão especial que somente o título de semideus cabe a mim”. Um outro chiste que corre entre os pastores é que se no livro do Apocalipse o anjo da igreja é um pastor, logo, aquele que desenvolve um ministério apostólico seria um “arcanjo”.

quarta-feira, janeiro 06, 2010

- - A IGREJA QUE AGRADA A DEUS - -

- - by  Rev. Moura Gonçalves - -

Leia 1 . Coríntios 10 : 1 – 11

Devemos ter em mente a necessidade de agradar a Deus. Muitas vezes queremos ser agradados e até lembramos de agradar as pessoas que nos cercam, mas Deus fica em último lugar.

O que será que Deus pensa de você ? Sua vida agrada a Deus ?

terça-feira, janeiro 05, 2010

- - IMORALIDADE no banco dos réus - -

- - by Rev. Moura Gonçalves - -

( é sábio quem lê com atenção )

A espécie de pecado conhecida como
CORRUPÇÃO MORAL
(ou IMORALIDADE)
foi o que motivou os dois grandes juízos de Deus contra a humanidade: dilúvio universal e a destruição de Sodoma e Gomorra.

Verificamos, nas páginas do Antigo Testamento, que na época do dilúvio “Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração” (Gn 6.5).