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sexta-feira, fevereiro 12, 2010

PECAMINOSIDADE: o que fazer acerca dela ?

- M. Lloyd-Jones

Martinho Lutero, jovem piedoso e temente a Deus, preocupou-se com a sua alma e quis saber como poderia conseguir perdão dos seus pecados. Seu pai queria que ele fosse advogado, e ele começou os seus estudos, porém vivia inquieto, sua consciência o acusava. Viu que não encontraria paz vivendo no mundo, por isso abandonou tudo para fazer-se monge, tornar-se do mundo para tentar descobrir como ser justo e pôr-se em boas relações com Deus. Entregou-se ao estudo, ao jejum, ao suor dos esforços pessoais e à oração.

sábado, janeiro 30, 2010

- O impostor que vive em mim -

-  Brennan Manning -
"O impostor que vive em mim"
 Editora Mundo Cristão

A vida em torno do falso eu gera o desejo compulsivo de apresentar ao público uma imagem perfeita, de modo que todos nos admirem e ninguém nos conheça.

A vida dedicada à sombra é uma vida de pecado. Pequei em minha recusa covarde — por temer ser rejeitado — de pensar, de sentir, de agir, de responder e de viver a partir do meu eu autêntico. Recusamos ser nosso verdadeiro eu até mesmo com Deus — e depois nos perguntamos por que nos falta intimidade com ele.

quinta-feira, janeiro 28, 2010

- Amor persistente do Espírito - (Horatius Bonar)

- Horatius Bonar
- 19.Dezembro.1808 / 31.Maio.1889
- Pastor da Igreja Livre da Escócia
- Oriundo de uma linha de ilustres pastores

"O Espírito Santo não é mero agente mecânico na grande obra da libertação de um pecador, nem da edificação da Igreja, mas obedientemente, vai fazendo o trabalho nomeado para ele. "Agrada-me fazer a tua vontade" é tão verdadeira para o Espírito, como para o Filho.

Ele ama o pecador, portanto Ele toma conta dele. Ele tem pena de sua miséria, portanto ele estende a mão de ajuda. Ele não tem prazer na sua morte, por isso Ele disponibiliza o Seu poder salvífico. Ele é longânimo e paciente, por isso Ele se esforça com o dia-a-dia e, embora o pecador Lhe resista, o entristeça, o apague. Ele se recusa a retirar-se, ou desistir de qualquer pecador deste lado da eternidade.

A medida em que nós podemos resistir-lhe, e a quantidade de seu amor tolerante, assim mesmo, não podemos saber. O que podemos assegurar é que a nossa teimosia é algo infinitamente temível e maligno, enquanto que a Sua graça paciente excede todo o entendimento. "

terça-feira, janeiro 05, 2010

- - IMORALIDADE no banco dos réus - -

- - by Rev. Moura Gonçalves - -

( é sábio quem lê com atenção )

A espécie de pecado conhecida como
CORRUPÇÃO MORAL
(ou IMORALIDADE)
foi o que motivou os dois grandes juízos de Deus contra a humanidade: dilúvio universal e a destruição de Sodoma e Gomorra.

Verificamos, nas páginas do Antigo Testamento, que na época do dilúvio “Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração” (Gn 6.5).